Vinho tinto Quinta do Monte Xisto 2014
Portugal
Douro, Portugal

Vinho tinto Quinta do Monte Xisto

Quinta do Monte Xisto é uma recente novidade de Portugal, mas que já conquistou o olimpo dos vinhos mundiais. Não admira que por trás deste impecável projeto esteja um dos nomes mais importantes da vitivinicultura portuguesa: o enólogo João Nicolau de Almeida. O Quinta do Monte Xisto é seu projeto pessoal, produzido a “dez mãos”, ou seja, com a ajuda dos dois filhos também enólogos, da filha e da esposa. É um vinho raro, de quantidade limitada a cerca de 4 mil garrafas a cada nova safra lançada. Exibe, sempre, grande riqueza aromática e uma elegância inigualável. Notas florais – de tília, camomila e rosmaninho – destacam-se no nariz. Elas são embaladas em camadas de fruta vermelha e de pimenta. Na boca, O Quinta do Monte Xisto é um vinho tinto denso e marcante, com textura aveludada e sabores de cereja madura, framboesa e pêssego. Tem taninos firmes, como os vinhos de alta gama, e suporte de uma boa acidez. Termina longo e suculento.  

Harmonizações:
Carnes de caça, cordeiro e pratos de alta gastronomia.
RP
92
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Concebido pelo filho e netos do criador do Barca Velha, o Quinta do Monte Xisto já nasceu entre os grandes vinhos tintos de Portugal
Mais informações
País: Portugal
Região:
Tipo:
Teor Alcoólico:
Volume da Garrafa:
Temperatura de serviço:
Safra: 2014
RP
92
Vinho tinto Quinta do Monte Xisto 2014

Após a colheita manual, as uvas foram vinificadas em lagares de granito com pisa a pé. A fermentação alcoólica aconteceu ao longo de seis dias com leveduras indígenas. Em seguida, o vinho foi transportado para pipas de carvalho de 600 litros para maturação durante 18 meses.

Carnes de caça, cordeiro e pratos de alta gastronomia.

A Quinta do Monte Xisto é um projeto pessoal de um dos mais aclamados e experientes enólogos portugueses, João Nicolau de Almeida. Filho de um dos maiores protagonistas da região do Douro – Fernando Nicolau de Almeida, o mentor do mítico Barca Velha –, João cresceu cercado da gente do vinho. Seu tio José Ramos Pinto Rosas levou-o para a casa Ramos Pinto em 1976. E lá ficou até 2015 como diretor-geral. Em 1998 conquistou o título “Men of The Year” da revista norte-americana Wine & Spirits. Seja pelo DNA, pela experiência acumulada ou pelo instinto visionário – ou por tudo isso combinado –, quando, em 1993, deparou-se com um terreno rochoso, um monte de xisto literalmente, entre 200 e 300 metros de altitude, percebeu que havia encontrado um oásis para grandes vinhos. Levou 12 anos para conseguir reunir parcela por parcela dos 40 hectares que hoje formam a Quinta do Monte Xisto – pois pertenciam a muitas famílias diferentes. No início do milênio, já com dois filhos Mateus e João formados em enologia, juntou esforços para plantar os vinhedos e semear um projeto de cunho familiar. Precisou de um ano inteiro para quebrar o xisto e acomodar as videiras. A filosofia de cultivo é orgânica com princípios da biodinâmica e o vinhedo foi preenchido com as mais típicas castas do Douro, como Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão, Sousão, Tinta da Barca e Tinta Francisca. A primeira safra lançada no mercado do Quinta do Monte Xisto foi a 2011, quando toda a família aprovou o corte final com Touriga Nacional e Touriga Franca e uma pequena dose de Sousão. As quatro mil garrafas produzidas em cada colheita são sempre muito disputadas devido ao enorme sucesso que esse vinho vem alcançando safra após safra.