Vinho tinto Château Pétrus 2000
França
Bordeaux, França

Vinho tinto Pétrus 2000

Pétrus é, provavelmente, o vinho tinto mais conhecido e cultuado do mundo – e um dos mais caros também. Tamanha reputação é merecida. Sua fama remonta a meados do século XX, quando a propriedade situada na subregião de Pomerol, terroir predileto da uva Merlot, foi parcialmente adquirida pela reputada família Moueix. O Pétrus  da safra 2000 está particularmente especial – mereceu nada menos que 100 pontos do experiente crítico norte-americano Robert Parker. É, de fato, um vinho que expressa perfeição nos aromas de fruta madura e carnuda, como framboesa, sobrepostos por camadas de notas de especiarias e chocolate. Na boca é majestoso, concentrado, estruturado, tem taninos muito doces, destacando-se pela extraordinária elegância e pureza. Está no ponto certo para ser apreciado, mas o Pétrus 2000 tem capacidade para evoluir por muito mais décadas na garrafa.

Harmonizações:
Acompanha carnes e pratos de alta gastronomia.
RP
100
WE
98
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Pétrus é um dos mais incríveis, caros e disputados vinhos do mundo! Seu pequeno vinhedo em Pomerol, Bordeaux, tem um solo predominantemente de argila, plantado quase que exclusivamente com vinhas velhas de Merlot
Mais informações
País: França
Região:
Produtor:
Uva: Merlot
Tipo:
Teor Alcoólico:
Volume da Garrafa:
Temperatura de serviço:
RP
100
WE
98
Vinho tinto Château Pétrus 2000

A colheita das uvas é manual, realizada no período da tarde para proteger os bagos da umidade da manhã. A fermentação acontece em cubas de cimento e, em seguida, o vinho matura em barricas novas de carvalho francês por um período que varia entre 22 e 28 meses. Não é filtrado.

Acompanha carnes e pratos de alta gastronomia.

Conta-se que Pétrus seja um dos primeiros vinhedos de Pomerol, denominação na Margem Direita. Remonta ao século XVIII e tem a peculiaridade de possuir um solo único, formado quase que exclusivamente de argila. Nos 11,4 hectares de vinhedos reina a cepa Merlot (95%), sendo que a Cabernet Franc ocupa 5% da área. As vinhas são antigas e a norma é replantá-las apenas a partir dos 70 anos de idade. Embora figure como o mais desejado e caro vinho tinto do mundo, Pétrus só escalou para a elite vitivinícola mundial a partir da década de 1940, quando Jean-Pierre Moueix assumiu a produção e distribuição do vinho. A colaboração de enólogos de peso, como Emile Peynaud e, posteriormente, Jean Claude Berrouet, que esteve à frente da produção de 1964 até 2008, conferiu a Pétrus o status que ele tem hoje, disputando de igual para igual em qualidade com os Premiers Crus do Médoc.