Portugal
Alentejo, Portugal

Vinho tinto Cartuxa Colheita

Cartuxa Colheita é um delicioso corte das típicas uvas Aragonez, Alicante Bouschet e Trincadeira, com estágio de 12 meses em carvalho. Produzido na quente região do Alentejo, pela histórica Fundação Eugénio de Almeida (que também assina o mítico Pêra-Manca), é um dos vinhos portugueses obrigatórios para quem quer descobrir os melhores vinhos tintos de Portugal. Cartuxa Colheita oferece notas frutadas entremeadas por toques de couro. É um vinho alentejano encorpado, macio e muito saboroso. Está pronto para ser apreciado, mas pode ser envelhecer por mais alguns anos na garrafa.

Harmonizações:
Pratos de carnes vermelhas e carnes de caça.
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Cartuxa Colheita é o rótulo que apresentou os vinhos tintos alentejanos de alta qualidade para o brasileiro - e o mundo! Quem quer conhecer os melhores vinhos de Portugal, precisa provar o adorado Cartuxa!
Mais informações
País: Portugal
Região:
Tipo:
Teor Alcoólico:
Volume da Garrafa:
Temperatura de serviço:
Safra: 2015

As uvas Aragonez, Alicante Bouschet e Trincadeira são colhidas em vinhedos próprios da Fundação Eugénio de Almeida. Passam por desengace e ligeiro esmagamento. Em seguida, fazem a fermentação separadamente em cubas de aço inox com temperatura controlada. O vinho estagia durante doze meses em tonéis e barricas de carvalho francês e, depois, por mais seis meses na garrafa, antes de ser lançado.

Pratos de carnes vermelhas e carnes de caça.

A Fundação Eugénio de Almeida é um dos mais ilustres nomes do Alentejo - e de Portugal. Seus vinhos estão entre os tintos e brancos alentejanos mais apreciados tanto no país como no exterior – e especialmente no Brasil. Rótulos como Vinea, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e o mítico Pêra-Manca foram determinantes para colocar o Alentejo na rota do vinho mundial, ocupando diversas faixas de preço! A Fundação Eugénio de Almeida possui nada menos que 400 hectares de vinhedos distribuídos em quatro propriedades na subregião de Évora. As castas típicas são as vedetes, entre elas, as brancas Roupeiro, Antão Vaz e Arinto, e as tintas Trincadeira, Aragonez e Casteão. Além dos vinhos bem talhados, saborosos e macios, o edifício Adega Cartuxa é um verdadeiro patrimônio histórico. Na Idade Média, funcionava como Casa de Repouso dos Jesuítas. Em 1776, equipado com um lagar para a fermentação da uva, já abrigava uma adega de produção de vinhos e, como o Mosteiro da Cartuxa fica muito próximo, passou a ser conhecido como Adega Cartuxa naquela época. Em 1869, foi adquirido pela família Eugénio de Almeida, tornando-se para sempre um emblema dos vinhos alentejanos. Hoje, na Adega Cartuxa original é possível conhecer os equipamentos vitivinícolas do passado, como ânforas e depósitos de cimento. Uma nova Adega Cartuxa foi construída sob os conceitos modernos de vinificação e é lá que, atualmente, surgem alguns dos vinhos mais internacionais de Portugal sob a chancela da Fundação Eugénio de Almeida.