Vinho tinto Alma Negra M Blend
Argentina
Mendoza, Argentina

Vinho tinto Alma Negra M Blend

Alma Negra M Blend, do original produtor Ernesto Catena, é um corte de duas variedades protagonistas nos vinhedos de Mendoza: Bonarda (70%) e Malbec (30%). A maturação em barricas de carvalho agrega complexidade e caráter a este excelente vinho tinto argentino. Alma Negra M Blend revela camadas frutadas, é macio e persistente na boca. Tem um ótimo preço pela qualidade que oferece.

Harmonizações:
Este vinho tinto pede pratos ricos, elaborados com carne. Fetuccine ao ragu de cordeiro, bife ancho, file mignon, confit de pato, lombo suíno, paleta e hambúrguer são boas opções de harmonização.
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Alma Negra é um projeto original que tem à frente Ernesto Catena, filho de uma das maiores personalidades do vinho argentino na atualidade - Nicolás Catena Zapata.
Mais informações
País: Argentina
Região:
Uva: Bonarda e Malbec
Tipo:
Teor Alcoólico:
Volume da Garrafa:
Temperatura de serviço:
Safra: 2016
Vinho tinto Alma Negra M Blend

Tradicional com controle de temperatura. O vinho matura em barricas de carvalho.

Este vinho tinto pede pratos ricos, elaborados com carne. Fetuccine ao ragu de cordeiro, bife ancho, file mignon, confit de pato, lombo suíno, paleta e hambúrguer são boas opções de harmonização.

Os premiados vinhos Tikal são elaborados em pequena quantidade pelo talentoso Ernesto Catena, filho do grande Nicolás Catena. Ernesto segue um caminho muito próprio e autoral, criando vinhos de estilos únicos. Alma Negra é uma das importantes marcas de seu portfólio, consistindo em vinhos de corte, produzidos a partir de uma cuidada seleção de vinhedos de Mendoza. Já a linha Animal é composta por vinhos elaborados a partir de vinhedos orgânicos e mínima intervenção. Outros exemplares emblemáticos assinados por Ernesto Catena e que revelam sua visão peculiar de produção de vinhos são Patriota, Jubilo, Corazón e Amorío. Ernesto Catena, definitivamente, não é um produtor convencional. Apesar de pertencer à quarta geração de uma linhagem de produtores de vinho, ele seguiu caminhos diversos antes de voltar às raízes e passar a assinar seus próprios vinhos, como o restante da família. Ernesto estudou ciências da computação, design e história e viveu em vários países do mundo. Desenvolveu, assim, um rico “acervo” pessoal, o qual se reflete na sua filosofia de encarar o vinho como parte da alma de um povo e uma forma de conexão com a natureza – algo que fica evidente nas suas diferentes criações. O projeto Tikal, aliás, faz referência aos maias e presta uma homenagem ao universo, mas seu objetivo maior é proporcionar prazer aos que têm a chance de provar seus vinhos.